Actualmente reconhece-se que o contacto com animais tem bastantes benefícios para o ser humano, sendo estes já frequentemente utilizados como apoio em tratamentos médicos, fazendo inclusivamente visitas a hospitais, principalmente nos Estados Unidos.
Esta terapêutica é designada por zooterapia ou terapia assistida por animais (TAA), sendo já identificados muitos dos seus benefícios. Está provado cientificamente que os animais contribuem para o aumento do bem-estar das pessoas que com eles contactam, bem como para a diminuição do stress (ajudam a tranquilizar a mente). Para além disso, têm a capacidade de descontrair o ambiente, melhorando o humor das pessoas: a presença de animais proporciona uma maior tendência para sorrir – tanto às crianças, como aos adultos, o que é benéfico para o seu tratamento pois o ‘‘rir’’ enche o sangue de endorfinas (um calmante natural) que, além de amolecer o corpo, fortalece o sistema de defesa do organismo, contribuindo para uma mais rápida recuperação. No entanto, a terapia com animais não promete a cura das doenças, mas promove benefícios físicos e mentais comprovados.
Também relativamente a pacientes diagnosticados com cancro, o uso desta terapia é benéfica: verifica-se que pacientes de oncologia reduzem o consumo de analgésicos quando submetidos a zooterapia como terapia integrativa do tratamento.
Os animais mais utilizados são os cães (Golden Retriver e o Labrador), mas no fundo qualquer animal pode ser terapeuta, desde que seja dócil, saudável e bem treinado, devendo também gostar de ‘‘miminhos’’ e não reagir mal face a situações inesperadas.
Apesar do cepticismo da maior parte das pessoas, a aceitação da zooterapia por parte da comunidade médica tem vindo a aumentar progressivamente.
(Redigido pelo grupo Terapeutas de Quatro Patas para o nosso blog)
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15.1.10
Cancro: fases da doença

O processo que vai desde a ocorrência das primeiras mutações das células até à etapa final da doença é designado por história natural.
A duração deste processo em adultos depende dos tipos de cancro e oscila entre alguns meses e anos ou décadas. No caso de crianças, todo o processo se produz com maior rapidez dado o seu estado de crescimento em que as células se multiplicam com maior rapidez, comparativamente com as dos adultos.
Actualmente, consideram-se 4 fases no desenvolvimento desta patologia. A primeira consiste em mudanças celulares que dotam as células de características de malignidade, ou seja, a multiplicação descontrolada e a capacidade de invasão.
É a etapa mais longa da doença - fase de indução.
A segunda etapa - fase “in situ” - caracteriza-se pela existência da lesão cancerosa microscópica, localizada no tecido de origem. Nos adultos pode durar entre 5 a 10 anos, dependendo do tipo de cancro, sendo que nesta fase não aparecem sintomas no paciente.
Posteriormente, a lesão começa a estender-se fora da sua localização de origem e invade os tecidos ou órgãos adjacentes - fase de invasão local. Em idade adulta, dura entre 1 a 5 anos. O aparecimento de sintomas da doença depende do tipo de cancro, do seu crescimento e da sua localização.
Por último, a doença dissemina-se para fora do seu local de origem, pelo corrente sanguínea, surgindo lesões tumorais, designadas de metástases - invasão à distância.
A duração deste processo em adultos depende dos tipos de cancro e oscila entre alguns meses e anos ou décadas. No caso de crianças, todo o processo se produz com maior rapidez dado o seu estado de crescimento em que as células se multiplicam com maior rapidez, comparativamente com as dos adultos.
Actualmente, consideram-se 4 fases no desenvolvimento desta patologia. A primeira consiste em mudanças celulares que dotam as células de características de malignidade, ou seja, a multiplicação descontrolada e a capacidade de invasão.
É a etapa mais longa da doença - fase de indução.
A segunda etapa - fase “in situ” - caracteriza-se pela existência da lesão cancerosa microscópica, localizada no tecido de origem. Nos adultos pode durar entre 5 a 10 anos, dependendo do tipo de cancro, sendo que nesta fase não aparecem sintomas no paciente.
Posteriormente, a lesão começa a estender-se fora da sua localização de origem e invade os tecidos ou órgãos adjacentes - fase de invasão local. Em idade adulta, dura entre 1 a 5 anos. O aparecimento de sintomas da doença depende do tipo de cancro, do seu crescimento e da sua localização.
Por último, a doença dissemina-se para fora do seu local de origem, pelo corrente sanguínea, surgindo lesões tumorais, designadas de metástases - invasão à distância.
23.10.09
Como se diagnostica o cancro?
"Um cancro pode ser suspeitado através de várias pistas: as queixas do doente, a observação médica, diversos exames médicos (análises, TAC - tomografias axiais computorizadas- e muitos outros a definir consoante a circunstância) ou as encontradas numa cirurgia.
Mas para confirmar o diagnóstico de um cancro é geralmente necessário uma amostra do tumor (biópsia). A análise dessa amostra permite determinar se a lesão é um cancro ou não. Este estudo de tecidos (análise histológica) permite classificar e saber, na maioria dos casos, quais são os tecidos e as células das quais provém o tumor e quais são as características das mesmas. Por vezes é possível diagnosticar ou suspeitar de um cancro através da análise de células colhidas em locais de acesso superficial ou com punção com aspiração das células (citologia aspirativa).
Estes factores são fundamentais para determinar o tratamento adequado a cada caso."
Retirado de O Portal da Saúde - Ministério da Saúde
Mas para confirmar o diagnóstico de um cancro é geralmente necessário uma amostra do tumor (biópsia). A análise dessa amostra permite determinar se a lesão é um cancro ou não. Este estudo de tecidos (análise histológica) permite classificar e saber, na maioria dos casos, quais são os tecidos e as células das quais provém o tumor e quais são as características das mesmas. Por vezes é possível diagnosticar ou suspeitar de um cancro através da análise de células colhidas em locais de acesso superficial ou com punção com aspiração das células (citologia aspirativa).
Estes factores são fundamentais para determinar o tratamento adequado a cada caso."
Retirado de O Portal da Saúde - Ministério da Saúde
22.10.09
O que é o cancro?
A palavra cancro é utilizada genericamente para identificar um vasto conjunto de doenças que são os tumores malignos.
Os tumores malignos são muito diversos, havendo causas, formas de evolução e tratamentos diferentes para cada tipo. Há, porém, uma característica comum a todos eles: a divisão e o crescimento descontrolado das células.
É importante perceber que nem todos os tumores são cancro, apenas os tumores malignos se incluem nesse grupo. Os tumores malignos têm a capacidade de se dispersarem formando metástases e de se estende
rem aos tecidos vizinhos, como outros orgãos.
O cancro surge, assim, por um processo denominado carcinogénese, em que as células com mutações perdem o mecanismo de apoptose (em que células doentes se auto-destroem) e de diferenciação celular, crescendo sem controlo. É a acumulação destas alterações negativas que conduz à formação de um cancro. Se estas mutações se estenderem às ligações com os tecidos circundantes, o tumor pode migrar pela corrente sanguínea fixando-se em novos locais e formando metástases.
Os tumores malignos são muito diversos, havendo causas, formas de evolução e tratamentos diferentes para cada tipo. Há, porém, uma característica comum a todos eles: a divisão e o crescimento descontrolado das células.
É importante perceber que nem todos os tumores são cancro, apenas os tumores malignos se incluem nesse grupo. Os tumores malignos têm a capacidade de se dispersarem formando metástases e de se estende
rem aos tecidos vizinhos, como outros orgãos.O cancro surge, assim, por um processo denominado carcinogénese, em que as células com mutações perdem o mecanismo de apoptose (em que células doentes se auto-destroem) e de diferenciação celular, crescendo sem controlo. É a acumulação destas alterações negativas que conduz à formação de um cancro. Se estas mutações se estenderem às ligações com os tecidos circundantes, o tumor pode migrar pela corrente sanguínea fixando-se em novos locais e formando metástases.
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